Monday, October 8
Inferno #180: "Verão" (Vivaldi).
Quando acabou, aos 10.20 minutos, achei-a muito pequena. Mas a música continua na minha cabeça...
Sunday, October 7
Inferno #178: canção de amor e desamor.
You're the loser, I won't dismiss you out of hand
You've got a beautiful face
It will take you places
You kept running
You've got money, you've got fame
Every morning I see your picture from the train
Now you're an actress!
So says your résumé
You're made of card
You couldn't act your way out of a paper bag
You got lucky, you ain't talking to me now
Little Miss Plucky
Pluck your eyebrows for the crowd
Get on the airplane
You give me stomach pain
I wish that you were here
We would have had a lot to talk about
We had a deal there
We nearly signed it with our blood…
An understanding
I thought that you would keep your word
I'm disappointed
I'm aggravated
It's a fault I have, I know
When things don't go my way I have to
Blow up in the face of my rivals
I scream and rant, I make quite an arrival
The men are surprised by the language
They act so discreet, they are hypocrites so fuck them too!
I always loved you
You always had a lot of style
I'd hate to see you on the pile
Of ‘nearly-made-it' s
You've got the essence, dear
If I could have a second skin
I'd probably dress up in you
You're a star now, I am fixing people's nails
I'm knitting jumpers, I'm working after hours
I've got a boyfriend, I've got a feeling that he's seeing someone else
He always had a thing for you as well
Blow in the face of my rivals
I swear and I rant, I make quite an arrival
The men are surprised by the language
They act so discreet, they are hypocrites forget them
So fuck them too"
Belle and Sebastian, "Dress up in you" (The Life Pursuit)
Inferno #177: erros.
Inferno #176: focas e leões marinhos.
De início, parecia diferente, bom... Mas afinal eram apenas duas pessoas à procura de outras pessoas que as ajudassem a esquecer um bocadinho a mágoa quotidiana...
- Não ia resultar. É que ela não tinha escola nenhuma, e muito pouca vocação para aluna. Já ele, até podia ensinar-lhe tudo o que ela não sabia, mas depressa perderia a paciência...
Inferno #175: mais qu'est-ce que vous faites là?
Para quê prolongá-la até que esteja totalmente vazia, se os dias todos se preenchem de outras conversas, também elas vazias?
Tuesday, October 2
Inferno #174: A caça.
Eu não gostei do teu poema, não era esse que queria ouvir, era outro bem diferente. Também não me soubeste ler. Agora sequei para ti; estou muda e cega, não quero ler o teu poema, nem quero que leias os meus.
Até um dia destes.
Inferno #173: Estátuas de cera.
Inferno #172: Dias orangotangos.
10.00h: Ignorar o sinal de trânsito proíbido (juro que não o vi) na presença de um polícia.
12.00: Deixar cair uma caixa de laranjas no supermercado (juro que não percebi que estava tão perto).
12.50: Partir a tigela das ameixas (juro que não a vi cair do frigorífico).
Resultados:
- o polícia até simpatizou comigo e por isso não me tirou a carta.
- um casal ajudou-me a arrumar as laranjas na caixa.
- uma vassoura e uma pá dão sempre jeito quando há vidros partidos no chão.
São assim os dias orangotangos: provocam acidentes em série. Mas dança-se o tango das coisas de todos os dias, e tudo se resolve...
Wednesday, September 26
Inferno #171: A música nova do millennium bcp.
O Ricardo Azevedo é um senhor que um dia, provavelmente porque não tinha nada que fazer, decidiu escrever uma música (cujo essencial está aí em cima, entre aspas). Foi claramente uma má decisão (os motivos estão também aí em cima, a negrito). Mas pelos vistos, o Millennium bcp pensa o contrário.
Eu cá não sou expert em música. Mas até sei algumas coisas. Por exemplo, sei que "t2" rima com "os dois" porque, enfim, É A MESMA PALAVRA. Depois há a tal questão do carro com tecto de abrir. Eu também quero muita coisa e não a apanho! Tem dias em que a única coisa que apanho é o 35 que vai ali para o Cais do Sodré... Por fim, acho que "virar a vida de pernas para o ar" [olha!, uma rima, há quanto tempo!!] não é lá muito bom. Porque isso implicaria estar constantemente a fazer o pino. Mas é só uma opinião...
Pronto, está bem, o senhor Ricardo Azevedo (que tem mais nome de futebolista do que de cantor - ah..., talvez seja por isso que a música não é lá grande coisa!!) quer ser feliz. Eu também quero, mas não ando para aí a cantar para cima das pessoas numa carrinha cor-de-rosa!
*O execrável anúncio pode se visto aqui, mas por favor não faça esforços que pode não aguentar!!
Inferno #170: Uma fixação pessoal.
Se há homem que Francisca aprecia, esse homem é Albano Jerónimo (esse mesmo da fotografia de má qualidade aí em cima).
É certo que não tem o melhor dos nomes, mas tudo aquilo que não tem em nome, compensa com o corpinho. Albano Jerónimo é, podemos dizê-lo, bastante "bom". Até os olhos (cuja cor não consigo precisar) são bons. Um macho latino sem todas aquelas coisinhas que não se apreciam lá muito num macho latino (i.e. pulseira e/ou fio de ouro e unhaca no dedo mindinho).
Um belo naco, para comer nas indigestas (oh, e isso é dizer pouco...) novelas da TVI.
*O tom explicitamente rebarbado deste post foi 'uma vez sem exemplo'...
Saturday, September 22
Inferno #169: A comunidade.
A minha coluna aqui do lado direito está cada vez mais pobre. Snif snif. O QUE É QUE EU VOU LER AGORA!?
Inferno #168: Dias macacos.
Inferno #167: A musa...(para ler a suspirar)
Um dia vão raptá-la, e pô-la num avião com destino a Madrid.
A musa só tem um defeito: podia usar menos gel no cabelo. Mas enfim, errar é humano, as meninas da rádio compreendem, ainda assim...
:-)
Wednesday, September 19
Inferno #166: Limpezas.
A tralha, és tu. A secretária, o meu pensamento.
Inferno #165: Porque Setembro ainda é um mês de Sol...
Inferno #164: A febre ERASMUS.
Pior que a falta de originalidade deste blogue, é o facto de essa gente (supra-referida), detentora desses blogues, escrever coisas bem mais profundas e elaboradas do que eu.
O INFERNO errou (mas promete estar atento aos outros blogues [esses sacanas], para fazer tudo ao contrário).
Inferno #163: Os mistérios do mundo animal.
Quando chegou a hora da partida para os flamingos, o papagaio não quis ficar sozinho e decidiu "também vou"!
E foi mesmo. Voou de Setúbal até ao Senegal (mais de 2000 km). Quando chegou ao Senegal, não contente com a proeza de voar mais de 2000 km (o que é praticamente impensável para um papagaio), e com o facto de estar entre flamingos, encontrou a pièce de resistance perfeita: gritar 'Amor' na presença de um grupo de investigadores holandeses.
Fim.
Wednesday, September 12
Inferno #162: Há um ano.
Inferno #161: Hoje.
E dia de pensar "O que é que vem a seguir?"
