Friday, March 26
Purgatório #4: A ausência.
Purgatório #3: A presença.
Wednesday, March 24
Purgatório #2: A convivência.
Ter de me habituar, em revolta silenciosa, a conviver contigo. Mas a culpa não é tua, é minha e da minha vontade…
Purgatório #1: Voltar a pôr os pés na terra.
Tuesday, June 30
- Céu -
Não sei se aqui voltarei algum dia; se calhar, volto já amanhã, se calhar volto daqui a uns meses, ou nunca mais...
Já não venho aqui com o entusiasmo com que vinha no início; tornei-me céptica em relação a mim mesma. Estou farta de cair num chão falso, porque não há ninguém que me ajude a levantar. Nunca houve. Ao mesmo tempo, preciso deste cepticismo, pois é a descrença total em mim que me impulsiona a fazer mais e melhor; mato-me periodicamente para renascer com força redobrada. Tudo é cíclico; não há coisas lineares.
Até um dia destes,
Francisca.
Friday, February 6
Inferno #251: A outra pessoa.
Bom, voltemos para o teu dia e para a tua nova pessoa.
Para já, não consigo recuperar o ânimo. E tu, consegues recuperar o fôlego?
Wednesday, January 14
Inferno #249: Maçãs e corações.
Inferno #248: O medo.
Tuesday, January 6
Inferno #247: O fim...quase.
Ainda assim, há uma pequena memória tua a assobiar-me ao ouvido; essa ideia do que foste para mim em tempos, admito, continua a fazer-me engolir em seco, mas só um bocadinho...
Inferno #246: Sonhar que se voa.
Inferno #245: Enquanto dormias.
Inferno #244: Ser perfeito
Talvez assim não me resistisses.
Friday, December 12
Inferno #243: semi-japonês
Abanada pelo vento
numa tarde húmida.
Desfaço-me ao sentir as gotas
Cair na minha cabeça.
Perco a beleza, perco a virtude.
Perdi-me.
Inferno #242: dentista
Inferno #241: Jogo de profissões.
Éramos psicanalistas, esquimós, gourmets, contadores de histórias. Podíamos ser tudo, porque éramos nós, e um validava toda e qualquer ideia do outro.
Agora repousamos numa curva de uma estrada secundária, onde nos perdemos porque acreditámos que éramos mesmo imunes a qualquer coisa...
Tuesday, November 11
Inferno #240: Matemática.
Monday, November 10
Inferno #239: Maioridade.
Saturday, November 8
Inferno #238: A casa.
Friday, November 7
Inferno #237: Mãos.
Lembras-te que, há muitos anos atrás, éramos só um do outro, só nossos? Partilhávamos a comida, os bancos, os pensamentos e as músicas. Éramos as nossas mãos com que partíamos coisas aos pedaços, para nos alimentarmos.
Depois fiquei míope, deixei de te conseguir alcançar com as mãos e os olhos. Navegaste para muito longe, e quando voltaste não eras a mesma pessoa, já não te conseguia decifrar o pensamento; já não querias partilhar a tua comida comigo.
Agora que te toco, pois jazes no chão, e sei que estas são as minhas mãos, pergunto-me se também o saberás.
Inferno #236: A lâmina.
Inferno #235: Neve.
Wednesday, October 8
Inferno #234: A desconstrução pessoal - a sinceridade.
Inferno #233: A desconstrução pessoal - a ironia.
Inferno #232: A desconstrução pessoal - o falso intelecto.
Inferno #231: A desconstrução pessoal - a timidez.
Tuesday, October 7
Inferno #230: A desconstrução pessoal - a maldade.
Thursday, September 11
Inferno #229: A boca.
Inferno #228: O demónio.
Saturday, August 23
Inferno #227: O edifício.
Inferno #226: A doença.
Carinho, ou vontade de te ver desaparecer o mais depressa possível?
Inferno #225: tomar conta.
Friday, July 11
Inferno #224: A luta
Não era «envolvência», era «viscosidade». Mas confesso que já lhe sinto a falta...
Inferno #223: Aniversário
Parabéns para mim, foda-se, sou das pessoas mais porreiras que conheço!
Tuesday, June 10
Inferno #222: Cinema.
Inferno #221: P.V.C.
Inferno #220: Fins.
Ao fim um mês, ela, mais impulsiva, percebeu que não sabia viver sem ele. Estava certa de que, juntos, poderiam reanimar a relação - afastados assim como estavam é que não chegariam a lado nenhum. Falaram então durante longas horas. Ela pôs o coração bem ao alcance dele: aquele mês tinha-lhe feito ver que o amava, e que queria ficar com ele. Só não estava preparada para a resposta dele: aquele mês tinha-o feito ver precisamente o contrário - já não gostava dela, não iam reatar.
O mundo, as pessoas, perdem constantemente a sincronia...
Wednesday, May 28
Inferno #219: Vôa-dores.
Tuesday, May 27
Friday, May 9
Inferno #217: O surto.
Inferno #216: O mercado de trabalho
Tiramos bons cursos superiores. Trabalhamos. Entramos cedo, saímos tarde; corremos para completar todas as tarefas do dia. Somos paus mandados, somos sacos de boxe. Somos mercadorias: se não quisermos o trabalho, há-de haver outros macacos que o queiram (nós próprios somos esses macacos).
Em suma, somos putas: aceitamos fazer tudo, desde que nos paguem (e na maioria das vezes, mal).
Monday, April 28
Inferno #215: Morrer aos bocados.
Inferno #214: Guardar segredos.
E se um dia sou apanhada a guardar o segredo de alguém?
Inferno #213: Bonecas Russas.
Aos poucos, conseguimos descascá-las, pô-las a descoberto até chegarmos a um ser muito pequeno, delicado e encantador. Mas só podemos vislumbrar esse coração perfeito por breves instantes: na grande parte do tempo, limitamo-nos a ser a camada exterior grosseira, de cores berrantes e madeira envernizada.
Inferno #212: o que será, será...(?)
Aposto nisto ou deixo-me estar no meu canto, que não me preenche mas é relativamente confortável? E se, no fim de contas, nada der certo, o que é que acontece ao castelo que entretanto se construiu na cabeça? Desmorona, pura e simplesmente!? Mas e então, o que será de nós, a reconstruir um sonho a partir do zero, quiçá vezes e vezes sem conta?
Sunday, March 23
Inferno #211: Os filmes e as meninas tolas.
Acho sempre que vais estar na esquina a sorrir-me.
Wednesday, March 12
Inferno #210: A psicose.
Eu gritava, pedia ajuda, mas ninguém ouvia. Os gritos que conseguiam ultrapassar a boca eram condensados num guincho seco e curto. Estavas a enlouquecer, estavas mesmo a enlouquecer, e fazia-lo ao pé de mim, sem qualquer pudor, sem pensar na enorme confusão que és na minha cabeça.
Acordei alheada. Como de todas as vezes.
Como somos capazes de criar histórias paralelas às reais?
Friday, February 29
Inferno #208: Cansaço.
Wednesday, February 27
Inferno #205: O Inverno infinito.
Todas as manhãs, quando me levanto, tenho vontade de cair.
Tuesday, February 26
Inferno #204: A poetisa de rua.
Mas li-o.
Não gostei.
Onde é que posso reclamar?
Saturday, February 2
Inferno #201: Suspeita.
Thursday, January 17
Inferno #200: segredo.
Wednesday, January 16
Inferno #199: Passeio pelo fim do mundo, depois da chuva.
Não conseguia respirar plenamente o dia. Assustava-se com todos os ruídos, com as folhas que morriam das árvores até ao chão, a dançar gloriosamente pela última vez.
Olhou para si no reflexo de uma porta de vidro. Era de um branco transparente, já quase nem se conseguia ver...
Também ela, como uma folha morta pelo primeiro Inverno, dançava gloriosamente pela última vez, enquanto descia da sua colina de Lisboa até ao Terreiro. Deixou então que as suas pernas de pano a guiassem, e pela primeira vez o seu coração ardeu, ardeu de amor pela cidade (im)perfeita: Lisboa.
Tuesday, December 18
Inferno #198: A arca.
Inferno #197: O velho.
Devia estar apaixonada. Ou a querer ficar apaixonada..."Era o que mais me faltava, agora apaixonar-me por um velho, um paizinho...".
Mas, enfim, eram só hologramas. Nunca chegou a conhecer bem o homem que existia no velho. Gostava apenas de falar com ele, dava-lhe gozo sentir-se mais inteligente do que ele, e sobretudo muito mais nova. Sabia que as coisas não eram bem assim. Aliás, a verdade é que era o velho que dominava as conversas: falavam sobre os assuntos dele, no horário de nómada que ele tinha escolhido para si, e quando estava disposto a isso. No fundo, sabia que estava a ser manipulada em cada conversa que tinham, mas enquanto não o encontrasse na sua cama (em carne, não em projecção mental), a invadir-lhe a privacidade como nunca ninguém se tinha atrevido a invadir (nem ela o tinha consentido), não se preocuparia. Enquanto fosse apenas um jogo psicológico, não havia riscos reais, nem sequer o risco de se apaixonar.
Tuesday, November 13
Inferno #196: Ganância.
Quando cheguei a casa, já a noite ia avançada. Vi-te. Percebi que afinal o meu desejo podia aguentar mais dias sem te consumir.
Friday, November 9
Inferno #195: máxima
(isto pode não dar sempre bom resultado)
Inferno #194: Equador (ou o momento entre dois momentos).
Nem fazes ideia de quantas vezes te segui os movimentos. De início seguia-te com os olhos, para te cativar. Agora, os olhos olham por uma mira, ligada a um cano, ligado a um gatilho.
Se eu te matar, talvez já não me magoe, e a dor passe toda para ti.”
Sunday, November 4
Inferno #193: Dependência.
Digo sempre que esta vai ser a última dose, mas depois de cinco dias de ressaca, a saudade começa a ser demasiada. Tremo, contorço-me e distendo-me em espasmos.
Preciso de mais.
E doem tanto os 15 minutos de sempre, em que ele se atrasa e eu desespero…
Friday, October 19
Inferno #192: Conta de dividir.
Ele observou com calma toda aquela cena final de desespero. Teve até vontade de rir. Claro que já tinha decidido partir, claro que não ia voltar atrás. Claro que gostava dela, genuinamente. Mas era tão transparente que o aborrecia, tão previsível, tão mulherzinha…
Bastou um olhar dele, para perceber que não iam mesmo ficar juntos. Largou-lhe o braço, afastou-se da porta. Ficou a ver partir o único homem que tinha amado.
Inferno #191: Pinheiro e carvalho '3.
Também a voz, porque é com ela que dizemos o que o coração quer, se tinha tornado gelada, grave, robótica.
A figura agora era franzina e pálida.
Há já algum tempo que estava naquela cama branca, alimentada a soro.
Sabia que tinha encenado a própria morte. Deitou-se num caixão e cortou os pulsos, mas mais do que tinha previsto. Só queria chamar a atenção, porque não aceitava não ser o centro das atenções e das preocupações. Salvou-se de ter morrido, mas não se salvou de outra morte bem mais dolorosa - o hospício. A loucura tomou conta dela, acabou por entrar em coma. Já nem sabia há quanto tempo vivia naquela mesma cama: podiam ser dias, semanas, meses, anos. Anos!? O que é que se tinha passado durante aquele tempo todo (que lhe parecia infinito) em que dormiu?
Thursday, October 18
Inferno #190: nem um gajo giro...
O que é que eu vou fazer sem a musa radiofónica? A minha (minha e da Mariana) musa, linda de morrer, simpática, inteligente e com o sotaque alentejano mais charmoso de Lisboa e arredores!?
Como é que eu me vou habituar ao meu trabalho novo, onde não há um só gajo giro para lavar as vistas?
Wednesday, October 17
Inferno #189: Descoordenação.
Os olhos articulam. A boca vislumbra.
As orelhas tocam-se. O corpo ouve.
Tuesday, October 16
Inferno #188: Pinheiro e carvalho '2
Agora, atordoada, espreitava com os olhos meio-fechados a cama em que a tinham deixado: era mais larga e mais clara que o caixão. Caramba, tudo ali era tão claro, quase nem conseguia abrir os olhos! “Será isto o purgatório?”
Depressa teve a resposta: um cheiro enjoativo a desinfectante, os gritos loucos de alguém muito próximo dela, e uma voz desconhecida, mas agradável, “Hora da medicação”.
Monday, October 15
Inferno #186: vazios.
Alguns sorrisos são amarelos.
Algumas palavras são mudas.
Alguns gestos são vagos.
Alguns sentimentos estão apagados.
Algumas pessoas ficam esquecidas.
Inferno #185: comida.
Friday, October 12
Inferno #183: máxima.
Inferno #182: Pinheiro e carvalho.
O dia estava claro, tão claro que não encontrava força para abrir os olhos. Sentia o corpo frio, dormente, e não tinha um lençol para se aquecer.
Ao seu redor, pairava um cheiro de verniz e pólen. Afinal não tinha dormido em casa…
Lentamente, mexeu os dedos da mão direita, que dormia sobre a esquerda, e sentiu a cicatriz que o pulso escondia. Nunca pensou que a tivesse feito assim tão grande…
Estava morta, e sabia-o agora.
Tuesday, October 9
Inferno #181: raio-x.
O cabelo teima em cair. Perde os tons outrora quentes. Agora é cor de rato. Fininho, as mãos quase não o sentem quando passam por ele.
As pernas e os pés vacilam a cada passo arrastado. As veias sobressaem como raízes de uma árvore velha, plantada há muito tempo no lugar de onde nunca saiu.
As mãos perderam vigor. Já não têm vida quando agarram as coisas; a vida que ainda têm serve-lhes apenas para suportar o peso da pele dos braços.
A boca conheceu os seus novos tons de rosa velho. Já não sabe a que sabem as coisas, porque já não as consegue sentir. Fecha-se cada vez mais sobre si mesma, engelha-se, porque já não é quente.
A pele empalideceu e enrugou.
Olha-se ao espelho e sorri, porque não é como se vê por dentro.
Monday, October 8
Inferno #180: "Verão" (Vivaldi).
Quando acabou, aos 10.20 minutos, achei-a muito pequena. Mas a música continua na minha cabeça...
Sunday, October 7
Inferno #178: canção de amor e desamor.
You're the loser, I won't dismiss you out of hand
You've got a beautiful face
It will take you places
You kept running
You've got money, you've got fame
Every morning I see your picture from the train
Now you're an actress!
So says your résumé
You're made of card
You couldn't act your way out of a paper bag
You got lucky, you ain't talking to me now
Little Miss Plucky
Pluck your eyebrows for the crowd
Get on the airplane
You give me stomach pain
I wish that you were here
We would have had a lot to talk about
We had a deal there
We nearly signed it with our blood…
An understanding
I thought that you would keep your word
I'm disappointed
I'm aggravated
It's a fault I have, I know
When things don't go my way I have to
Blow up in the face of my rivals
I scream and rant, I make quite an arrival
The men are surprised by the language
They act so discreet, they are hypocrites so fuck them too!
I always loved you
You always had a lot of style
I'd hate to see you on the pile
Of ‘nearly-made-it' s
You've got the essence, dear
If I could have a second skin
I'd probably dress up in you
You're a star now, I am fixing people's nails
I'm knitting jumpers, I'm working after hours
I've got a boyfriend, I've got a feeling that he's seeing someone else
He always had a thing for you as well
Blow in the face of my rivals
I swear and I rant, I make quite an arrival
The men are surprised by the language
They act so discreet, they are hypocrites forget them
So fuck them too"
Belle and Sebastian, "Dress up in you" (The Life Pursuit)
Inferno #177: erros.
Inferno #176: focas e leões marinhos.
De início, parecia diferente, bom... Mas afinal eram apenas duas pessoas à procura de outras pessoas que as ajudassem a esquecer um bocadinho a mágoa quotidiana...
- Não ia resultar. É que ela não tinha escola nenhuma, e muito pouca vocação para aluna. Já ele, até podia ensinar-lhe tudo o que ela não sabia, mas depressa perderia a paciência...
Inferno #175: mais qu'est-ce que vous faites là?
Para quê prolongá-la até que esteja totalmente vazia, se os dias todos se preenchem de outras conversas, também elas vazias?
Tuesday, October 2
Inferno #174: A caça.
Eu não gostei do teu poema, não era esse que queria ouvir, era outro bem diferente. Também não me soubeste ler. Agora sequei para ti; estou muda e cega, não quero ler o teu poema, nem quero que leias os meus.
Até um dia destes.
Inferno #173: Estátuas de cera.
Inferno #172: Dias orangotangos.
10.00h: Ignorar o sinal de trânsito proíbido (juro que não o vi) na presença de um polícia.
12.00: Deixar cair uma caixa de laranjas no supermercado (juro que não percebi que estava tão perto).
12.50: Partir a tigela das ameixas (juro que não a vi cair do frigorífico).
Resultados:
- o polícia até simpatizou comigo e por isso não me tirou a carta.
- um casal ajudou-me a arrumar as laranjas na caixa.
- uma vassoura e uma pá dão sempre jeito quando há vidros partidos no chão.
São assim os dias orangotangos: provocam acidentes em série. Mas dança-se o tango das coisas de todos os dias, e tudo se resolve...
Wednesday, September 26
Inferno #171: A música nova do millennium bcp.
O Ricardo Azevedo é um senhor que um dia, provavelmente porque não tinha nada que fazer, decidiu escrever uma música (cujo essencial está aí em cima, entre aspas). Foi claramente uma má decisão (os motivos estão também aí em cima, a negrito). Mas pelos vistos, o Millennium bcp pensa o contrário.
Eu cá não sou expert em música. Mas até sei algumas coisas. Por exemplo, sei que "t2" rima com "os dois" porque, enfim, É A MESMA PALAVRA. Depois há a tal questão do carro com tecto de abrir. Eu também quero muita coisa e não a apanho! Tem dias em que a única coisa que apanho é o 35 que vai ali para o Cais do Sodré... Por fim, acho que "virar a vida de pernas para o ar" [olha!, uma rima, há quanto tempo!!] não é lá muito bom. Porque isso implicaria estar constantemente a fazer o pino. Mas é só uma opinião...
Pronto, está bem, o senhor Ricardo Azevedo (que tem mais nome de futebolista do que de cantor - ah..., talvez seja por isso que a música não é lá grande coisa!!) quer ser feliz. Eu também quero, mas não ando para aí a cantar para cima das pessoas numa carrinha cor-de-rosa!
*O execrável anúncio pode se visto aqui, mas por favor não faça esforços que pode não aguentar!!
Inferno #170: Uma fixação pessoal.
Se há homem que Francisca aprecia, esse homem é Albano Jerónimo (esse mesmo da fotografia de má qualidade aí em cima).
É certo que não tem o melhor dos nomes, mas tudo aquilo que não tem em nome, compensa com o corpinho. Albano Jerónimo é, podemos dizê-lo, bastante "bom". Até os olhos (cuja cor não consigo precisar) são bons. Um macho latino sem todas aquelas coisinhas que não se apreciam lá muito num macho latino (i.e. pulseira e/ou fio de ouro e unhaca no dedo mindinho).
Um belo naco, para comer nas indigestas (oh, e isso é dizer pouco...) novelas da TVI.
*O tom explicitamente rebarbado deste post foi 'uma vez sem exemplo'...
Saturday, September 22
Inferno #169: A comunidade.
A minha coluna aqui do lado direito está cada vez mais pobre. Snif snif. O QUE É QUE EU VOU LER AGORA!?
Inferno #168: Dias macacos.
Inferno #167: A musa...(para ler a suspirar)
Um dia vão raptá-la, e pô-la num avião com destino a Madrid.
A musa só tem um defeito: podia usar menos gel no cabelo. Mas enfim, errar é humano, as meninas da rádio compreendem, ainda assim...
:-)
Wednesday, September 19
Inferno #166: Limpezas.
A tralha, és tu. A secretária, o meu pensamento.
Inferno #165: Porque Setembro ainda é um mês de Sol...
Inferno #164: A febre ERASMUS.
Pior que a falta de originalidade deste blogue, é o facto de essa gente (supra-referida), detentora desses blogues, escrever coisas bem mais profundas e elaboradas do que eu.
O INFERNO errou (mas promete estar atento aos outros blogues [esses sacanas], para fazer tudo ao contrário).
Inferno #163: Os mistérios do mundo animal.
Quando chegou a hora da partida para os flamingos, o papagaio não quis ficar sozinho e decidiu "também vou"!
E foi mesmo. Voou de Setúbal até ao Senegal (mais de 2000 km). Quando chegou ao Senegal, não contente com a proeza de voar mais de 2000 km (o que é praticamente impensável para um papagaio), e com o facto de estar entre flamingos, encontrou a pièce de resistance perfeita: gritar 'Amor' na presença de um grupo de investigadores holandeses.
Fim.
Wednesday, September 12
Inferno #162: Há um ano.
Inferno #161: Hoje.
E dia de pensar "O que é que vem a seguir?"
Friday, June 29
Inferno #160: A transformação.
Inferno #159: enternecimento.
Thursday, June 21
Inferno #157: Hoje percebi que...
(há profissões lixadas)
E a minha pergunta é: e se um dia eu conseguir, o que é que faço depois?
